1.
Conversar com o paciente.
É preciso saber quais são os sintomas do paciente.
É válido examinar o abdome do paciente.
O radiologista é um Médico!
2. Radiografias do tórax em PA e Lateral.
Para verificar se há alteração pulmonar conseqüente
a problemas abdominais ou causa deles.
Essas radiografias são parte importante da pesquisa de pneumo-peritonio.
3. Radiografias do abdome em decúbito dorsal
(raio vertical) e em ortostatismo (raio horizontal).
Para verificar a situação geral dos órgãos abdominais,
distensão intestinal, presença de ascite, pneumoperitonio.
4. Quando o paciente não tem condições
de ficar em pé, fazer radiografia em decúbito lateral esquerdo,
com raio horizontal.
Esta radiografia é de especial importância para pesquisar pneumo-peritonio
em relação com a borda lateral do fígado.
Também é importante para verificar se há gás em
alças intestinais delgadas distais, no flanco e pelve à direita,
e se o cólon direito tem gás ou não.
5.
Se há distensão dos cólons é importante fazer
incidência lateral do reto, com paciente em decúbito lateral
direito, comraio vertical, a fim de verificar se o gás passa para o
reto, indicando que não há obstrução.
6. Se há suspeita clínica de apendicite,
está indicado o exame ultra-sonográfico (U.S.) ou a tomografia
com-putadorizada (T.C.)
7. Se há suspeita clínica de doença biliar, está
indicado o exame ultra-sonográfico.
8. Se há suspeita clínica de doença
pancreática, está indicado o exame com tomografia computadorizada.
O exame ultra-sonográfico pode ser útil, mas a T. C. é
necessária.
9. Se há suspeita clínica de diverticulite
do cólon, o exame mais útil é a tomografia computadorizada.
O exame ultra-sonográfico pode ser também útil.
É perfeitamente cabível que seja feito o clister opaco para
diagonóstico, de preferência com contraste iodado-solúvel.
10. Se há suspeitas de obstrução
intestinal dos cólons está indicado o clister opaco de preferência
com sulfato de bário diluído (se, insuflação de
ar).